PREGAÇÃO CRISTÃ

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A Santa Ceia do Senhor

santa ceiaNesse estudo iremos falar sobre a celebração da ceia do Senhor e como devemos encarar isso. Um texto Bíblico que retrata com detalhes uma celebração de ceia é 1 Co 11:23-26:

Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto, em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque , todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.

Paulo fala como quem estava junto no dia em que Jesus celebrou a última ceia com os discípulos, pois diz: “Recebi do Senhor…”; Paulo recebeu sem estar lá. É esta a nossa condição hoje. Recebemos do Senhor, ou seja, é uma verdade, é vivo. Paulo conheceu Jesus depois de prender, perseguir e até concordar com a morte de muitos cristãos, mas Jesus se revelou para Paulo, de tal forma que Paulo nunca mais esqueceu, nunca mais foi o mesmo, e dedicou-se então a falar de Jesus por todos os dias da sua nova vida.

Jesus mostrou a sua glória para Paulo (At 9:1-19). Em Jo4:40, Jesus fala a Marta : “...se creres, verás a glória de DEUS” e então ressuscita Lázaro. Podemos imaginar a reação das pessoas que estavam próximas neste momento, pois não há nada de normal em ressuscitar mortos. Marta, com certeza, nunca mais foi a mesma, pois viu a glória de DEUS. Porém, para ver a glória de DEUS é necessário crer! Crer em DEUS, em sua palavra, da mesma forma que Paulo creu que recebeu do Senhor.

Em Lc 22:14-15 está escrito: “Chegada a hora, pôs-se Jesus à mesa, e com ele os apóstolos. E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento.”

Jesus mostra necessidade de compartilhar seus sentimentos, sua angústia com seus companheiros. Sabendo o que estava para acontecer ele já estava sofrendo e, como se não bastasse, ele é traído na mesma noite e ainda avisa Pedro. Lc22:31-32: “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo! Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos.”

Voltando ao texto de l Co 11:23-26, onde Jesus diz: “meu corpo dado por vós”, Jesus nos fala para comer do seu corpo, que é alimento necessário para produzir a verdadeira vida.

Onde diz: “Este cálice é a nova aliança no meu sangue”, é estabelecido um novo pacto de DEUS, pacto eterno, conosco. Somos limpos de todo pecado, pois Jesus se sacrificou por nós. Essa nova aliança havia sido profetizada por Jeremias, observe:

Jr 31:31-33:

Estão chegando os dias, declara o Senhor, quando farei uma nova aliança com a comunidade de Israel e com a comunidade de Judá…esta é a aliança que farei com a comunidade de Israel depois daqueles dias, declara o Senhor: Porei a minha lei no íntimo deles e a escreverei nos seus corações. Serei o Deus deles, e eles serão o meu povo”.

É tremendo ver a importância do sacrifício de Jesus, como isso nos aproximou de Deus. A ceia é santa porque nos traz à memória a separação que temos do pecado por meio do corpo de Cristo.

No texto de 1 Co 11, onde diz: “fazei isso em memória de mim”, não é apenas para recordar, mas para refletir profundamente em tudo o que ele fez por nós.

Onde diz: “até que eu venha”, Jesus aponta para além da sua morte que nos trouxe redenção, pois seu Reino será estabelecido.

Participamos da ceia do Senhor porque somos família! (1 Co 1:10-13; 3:1-11; 10:16-17; Ef4 1-6; Fp 1:27; 2:1-4).

Por Mauro Fraga

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Estudo bíblico sobre fé

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estudo bíblico sobre féPara começar esse estudo sobre fé, vamos ler alguns textos bíblicos importantes:

Hb 11:1 “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem.”

B.l.h.”A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não vemos.”

Hb 11:6 “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.”

B.l.h. “Sem fé ninguém pode agradar a Deus porque quem vai a Deus precisa crer que ele existe e que recompensa os que o procuram.”

Podemos dizer, baseados nestes textos:

1) Que a é a realização de algo muito difícil, algo fora do meu alcance.

2) Que Deus presenteia quem o busca.

Mas como experimentamos estas coisas?

Quando entregamos nossa vida ao Senhor começamos a vivenciar estas coisas. Cremos que Jesus morreu pelos nossos pecados, aprendemos que o propósito de Deus é que sejamos parte de uma família de filhos que Deus fará serem semelhantes a Jesus. Somos chamados de crentes porque cremos em Jesus! Nos tratamos como irmãos porque somos filhos do mesmo Pai que é Deus! Somos chamados de evangélicos porque cremos no evangelho que é Cristo, a vida de Deus para todo o que crê!

Porém, a diferença de um nome está naquilo que este nome significa! Creio em Jesus? Vou procurar conhecê-lo!

Sou filho de Deus? Vou procurar o meu Pai!

Se eu não fizer isso, serei religioso, sem vida com Deus, sem experiência de fé!

Me lembro de como Deus falou comigo a primeira vez: minha mãe poderia ter um câncer; eu tinha 16 anos, mas naquela época a possibilidade de eu ficar sem a minha mãe era para mim terrível; meus pais não eram cristãos, eu não sabia como buscar a Deus, mas eu precisava de um milagre, então fiz tudo o que podia até Deus me dar uma resposta. A resposta foi que minha mãe não tinha câncer. Quando soube disso fiquei muito feliz, mas me senti devedor de Deus. Não podia buscar a Deus e depois de ter meu problema resolvido continuar vivendo de qualquer jeito, ou seja, só buscar a Deus na hora da necessidade; comecei a viver como religioso, ia na missa aos domingos, pensava que assim estaria bem caso tivesse outras necessidades futuras; 3 anos mais tarde, com 19 anos minha vida estava difícil, muitas dúvidas, falta de direção, falta de emprego, etc; meus pais não conseguiam me orientar, os conselhos que eu recebia não me animavam, eu precisava de paz! Eu gostava de música e queria ser músico e o Senhor usou isso para me trazer para Ele. Vi um amigo meu que era um maestro, que poderia viver de música se quisesse, dizer-me que usava a música só para louvar a Jesus; ele me apresentou outros jovens que pensavam da mesma forma, cada jovem que eu falava me contava do amor de Deus. Era o que eu precisava, do amor de Deus! Desta paz!

Uma das coisas que me angustiavam era ver alguns colegas meus entrando em faculdades, definindo seus futuros, mas eu não queria estudar mais. Queria trabalhar, mas não tinha emprego. Queria me casar com, no máximo, 24 anos, mas esse sonho parecia ficar cada vez mais distante. Mas o Senhor me envolveu com seu amor, trouxe-me a paz que eu precisava, trouxe-me esperança; a primeira coisa que Deus falou comigo foi: no momento certo eu iria conhecer a minha esposa! Que maravilha! Eu fiquei tão tranquilo que quando chegou a hora eu achava que não era a hora, pois os meus pensamentos não são os pensamentos de Deus! Mas nesse tempo eu estava buscando conhecer a Deus, por isso o que parece difícil ou impossível começa a acontecer.

No ano em que eu completei 24 anos eu me casei! Glória a Deus!

Minha história com Deus não é a história do meu discipulador, não é a história do meu pastor, não é a história do meu filho, da minha filha; é a minha história! Conhecer a história dos meus irmãos me anima porque eu vejo o milagre de Deus se cumprindo na vida daqueles que buscam a Ele! Vejo que Deus é fiel a sua palavra!

Em Oséias 6:3 está escrito: “conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR; como a alva, a sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.”

A medida que obedecemos a Palavra de Deus nós o conhecemos, e isso é para toda a vida !

Ef 3:20-21: “Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém!”

Relembrando: Hb11:1 “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem.”

Hb 11:6 “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.”

Somos predestinados a ser filhos de Deus! Rm 8:29 “Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.” Deus é nosso Pai ! Como Pai ele espera de nós obediência!

Obediência em tudo o que ele nos ensina em sua palavra!

Mas porque alguns irmãos têm dificuldades com a falta fé? Por exemplo: na ceia, o pão é o corpo do Senhor Jesus. Se eu não creio que compartilho do corpo do meu Senhor, vou me preocupar em quantos quilos vou ganhar em cada ceia, ou quanto glúten vou ingerir, ou se vou ficar embuchado porque a massa do pão está muito seca, etc. Se não creio que bebo do sangue do meu Senhor, vou ficar preocupado em não cair em nenhuma barreira policial e ser multado no teste do bafômetro, vou tomar suco de uva na ceia, pois eu já fui alcoólatra, etc. Não é de uma hora para outra que a fé se manifesta, ela se manifesta pela obediência, pelo desejo de experimentar o Senhor naquilo que estamos praticando. A fé é uma certeza!

Quando obedecemos a palavra, podemos questionar a Deus, pois Ele é fiel a sua palavra! Ele nos responde de acordo com a sua palavra e não segundo a nossa interpretação! Não é um negócio! É relacionamento de Pai e filho!

Não importa o que o mundo diz, o que a minha família pensa, eu tenho um compromisso com meu Pai, que me presenteia ao mesmo tempo em me ensina sobre ter fé.

Por Mauro Fraga

Tags: estudos bíblicos sobre fé

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Carne x Espírito

O que a Bíblia chama “carne”, podemos definir como o nosso homem interior, nosso eu, nossa vontade própria. E por “espírito”, entendemos aquela parte em nós adormecida enquanto não nascemos de novo, aonde o Espírito Santo vem habitar quando cremos em Jesus e nos convertemos a Ele. Vale lembrar que quando a Bíblia refere-se ao Espírito (com letra maiúscula) está referindo-se ao Espírito Santo de Deus, e não ao nosso espírito (com letra minúscula)!

Sobre “carne e espírito” há vários textos reveladores na Palavra de Deus. Tais “palavras” nos ajudam a tomar decisões e assumir posturas diante das mais variadas e diversas ofertas, propostas, tentações…

“O Espírito dá vida; a carne não produz nada que se aproveite. As palavras que eu lhes disse são espírito e vida” (João 6.63-NVI).

“Quem vive segundo a carne tem a mente voltada para o que a carne deseja; mas quem vive de acordo com o Espírito, tem a mente voltada para o que o Espírito deseja. A mentalidade da carne é morte, mas a mentalidade do Espírito é vida e paz; a mentalidade da carne é inimiga de Deus porque não se submete à Lei de Deus, nem pode fazê-lo. Quem é dominado pela carne não pode agradar a Deus” (Romanos 8.5-7. NVI).

“Portanto, irmãos, estamos em dívida, não para com a carne, para vivermos sujeitos a ela. Pois se vocês viverem de acordo com a carne, morrerão; mas, se pelo Espírito fizerem morrer os atos do corpo, viverão, porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Romanos 8.12-14.NVI).

“Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne […].

Por isso digo: Vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne. Pois a carne deseja o que é contrário ao Espírito; e o Espírito, o que é contrário à carne. Eles estão em conflito um com o outro, de modo que vocês não fazem o que desejam. Mas, se vocês são guiados pelo Espírito, não estão debaixo da Lei.

Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, como antes já os adverti: Aqueles que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus.

Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei. Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos. Se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito” (Gálatas 5.13;16-25.NVI).

“Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá. Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna” (Gálatas 6.7,8-NVI).

“Assim, eu lhes digo, e no Senhor insisto, que não vivam mais como os gentios, que vivem na inutilidade dos seus pensamentos. Eles estão obscurecidos no entendimento e separados da vida de Deus por causa da ignorância em que estão, devido ao endurecimento do seu coração. Tendo perdido toda a sensibilidade, eles se entregaram à depravação, cometendo com avidez toda espécie de impureza.

Todavia, não foi isso que vocês aprenderam de Cristo. De fato, vocês ouviram falar dele, e nele foram ensinados de acordo com a verdade que está em Jesus. Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos, a serem renovados no modo de pensar e a revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade provenientes da verdade.

Portanto, cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo. Quando vocês ficarem irados, não pequem. Apaziguem a sua ira antes que o sol se ponha, e não deem lugar ao Diabo. O que furtava não furte mais; antes trabalhe, fazendo algo de útil com as mãos, para que tenha o que repartir com quem estiver em necessidade.

Nenhuma palavra torpe saia da boca de vocês, mas apenas a que for útil para edificar os outros, conforme a necessidade, para que conceda graça aos que a ouvem. Não entristeçam o Espírito Santo de Deus, com o qual vocês foram selados para o dia da redenção. Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade. Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo.

Portanto, sejam imitadores de Deus, como filhos amados, e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus.

Entre vocês não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual como também de nenhuma espécie de impureza e de cobiça; pois essas coisas não são próprias para os santos. Não haja obscenidade, nem conversas tolas, nem gracejos imorais, que são inconvenientes, mas, ao invés disso, ações de graças. Porque vocês podem estar certos disto: nenhum imoral, ou impuro, ou ganancioso, que é idólatra, tem herança no Reino de Cristo e de Deus. Ninguém os engane com palavras tolas, pois é por causa dessas coisas que a ira de Deus vem sobre os que vivem na desobediência. Portanto, não participem com eles dessas coisas.

Porque outrora vocês eram trevas, mas agora são luz no Senhor. Vivam como filhos da luz, pois o fruto da luz consiste em toda bondade, justiça e verdade; e aprendam a discernir o que é agradável ao Senhor. Não participem das obras infrutíferas das trevas; antes, exponham-nas à luz. Porque  aquilo que eles fazem em oculto, até mencionar é vergonhoso. Mas, tudo o que é exposto pela luz torna-se visível, pois a luz torna visíveis todas as coisas. Por isso é que foi dito: Desperta, ó tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo resplandecerá sobre ti” (Efésios 4.17-32; 5.1-14).

Por Aguilar Lopes

O texto acima expressa a visão do autor sobre o assunto, não sendo necessariamente a visão do site.

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A missão da igreja na Terra

ide fazei discipulos“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28.19-20).

“E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado. Estes sinais hão de acompanhar aqueles que creem: em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados” (Mc 16.15-18).

“e lhes disse: Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando em Jerusalém. Vós sois testemunhas destas coisas. Eis que envio sobre vós a promessa de meu Pai; permanecei, pois, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 24.46-49).

Nestes três textos vemos três aspectos distintos daquilo que chamamos de “a Grande Comissão” ou “a Grande Missão da Igreja”. Mateus enfatiza o ensino: fazer discípulos, ensinando; Marcos salienta a pregação: evangelismo acompanhado de sinais e maravilhas, libertação de demônios e cura; e Lucas, por sua vez, confirma e sintetiza as ênfases anteriores: ensino e pregação (“que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações”), acrescentando, porém, o permanecer, na cidade, até serem revestidos de poder do alto. Ou seja, o congregar, o ser igreja, o ser corpo de Cristo com todos os membros capacitados por Deus e cheios do Espírito Santo.

Lemos nas cartas de Paulo aos Romanos (Rm 12.3-8), aos Efésios (Ef 4.11-12), e aos Coríntios (1Co 12.4-31) acerca dos dons de Deus, de Cristo e do Espírito, concedidos aos santos para que estes desempenhem sua função no corpo de Cristo, cumprindo dessa forma o “Ide!”, a ordem da grande missão da Igreja. Está bastante claro nestes textos que Deus quer ver seu plano de ter muitos filhos semelhantes a Jesus, sendo executado por todos nós. Para isso, ele distribui, como lhe apraz, vários e diferentes dons sobrenaturais, habilidades e talentos naturais para a execução de seu propósito eterno.

‘IR OU NÃO IR’, EIS A QUESTÃO

É interessante notar o “Ide” desses textos. Seja “Ide!” ou “Indo”, o mais importante é que temos que ir. Deus não nos quer parados! Dar uma ‘paradinha’ de vez em quando, separar tempo para a comunhão com Deus, descansar com a família, gozar as férias: tudo isso é bom e necessário! Mas a ociosidade não é boa aos olhos de Deus; na Bíblia encontramos muitos exemplos de que Deus só usa os que estão trabalhando, não os que não estão fazendo nada (estes não fazem parte de uma missão).

MUITOS MEMBROS, DIFERENTES FUNÇÕES

Paulo escreveu aos Romanos: “Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros, tendo, porém, diferentes dons segundo a graça que nos foi dada […]” (Rm 12.4-6).

a missão da igreja

A partir dessa verdade, somando-a ao “ide” de Jesus, podemos concluir que todos, sem exceção, devemos ir, devemos fazer discípulos, devemos servir. Missionário não é somente aquele que vai para outro país pregar o Evangelho. Missionário é aquele que tem uma missão!

Por Aguilar Lopes

O texto acima expressa a visão do autor sobre o assunto, não sendo necessariamente a visão do site.

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Casamento de Isaque e Rebeca

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Em Gênesis 24 lemos a história do casamento de Isaque e Rebeca.

casamento de Isaque e Rebeca

Esta história do casamento de Isaque e Rebeca é uma figura do Propósito Eterno de Deus, e das Núpcias do Cordeiro Jesus e sua Noiva, a Igreja. Por isso, neste texto encontramos quatro personagens que são representações de Deus Pai, do Filho Jesus, do Espírito Santo e da Igreja: Abraão representa Deus Pai; Isaque, o Filho, Jesus; Eliézer é uma figura do Espírito Santo; e Rebeca representa a Noiva, a Igreja de Cristo.

Que fique muito claro que Abraão não é Deus, Isaque não é Jesus, Eliézer não é o Espírito Santo e Rebeca não é a Igreja; todos foram pessoas reais que viveram num tempo específico. Mas, mesmo sendo pessoas normais (pecadoras e limitadas), são figuras que representam o Pai, o Filho, o Espírito Santo e a Igreja.

Abraão (Deus Pai)

Em primeiro lugar, é Abraão, o Pai, que toma a decisão de casar o filho!

Rm 8.28-30: Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. 29 Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. 30 E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou..

Deus tem um propósito que é eterno, ou seja, um propósito que existe muito antes da criação do mundo (Ef 1.3-10; Gn 1.26-28), e existirá por toda a eternidade, para além da extinção deste mundo!

E sabemos que esse propósito consiste em Deus ter uma família de muitos filhos semelhantes a Jesus, para a sua glória! Tudo começa e termina em Deus, na Sua vontade. Ele é o centro de todas as coisas, e tudo é por Ele e para Ele (Rm 11.36; Cl 1.15-19).

Mas Deus não tem apenas um propósito – a vontade de ter uma família; ele tem também os meios! Ele não quer apenas que seu Filho se case, mas também já determinou com quem ele se casará! Será alguém com a mesma natureza do Filho, já que a família será de semelhantes!

Gn 24.2-8: Por isso, vemos Abraão mandando seu servo buscar uma noiva para Isaque dentre os seus parentes. Essa noiva não poderia vir de povos estranhos.

A recomendação aqui é “cautela”! Ser cauteloso é ser cuidadoso, prudente, é não ser precipitado. Deus tem tudo sob o seu controle e não abre mão do governo dos céus, da terra, da nossa vida, da sua igreja!

As vezes queremos sugerir algo a Deus; temos muitas boas ideias; pensamos em dar uma “ajudinha”, modificando, acrescentando, tirando alguma coisa que consideramos mais apropriada para a situação. Mas Deus nos diz: “Cautela!”. Temos que agir, sempre, de acordo com a vontade de Deus, expressa em sua Palavra. Para isso, é aconselhável que sempre busquemos direção do Senhor em oração e no conselho dos irmãos. Agir precipitadamente, por conta própria, será um risco e poderá trazer consequências sérias que, as vezes, nos acompanharão por muito tempo, se não por toda a vida!

Eliézer (Espírito Santo)

Gn 24.2,4: Disse Abraão ao seu mais antigo servo da casa, que governava tudo que possuía […] irás à minha parentela e daí tomarás esposa para Isaque, meu filho..

Que fique claro que o Espírito Santo não é apenas um servo de Deus, Ele é Deus! Ele serve a Deus, assim como o Filho serve, por causa de sua natureza. Ele não é um servo como nós somos!

O Espírito Santo é quem está na terra governando as coisas de Deus, e é Ele quem executa e executará todas as obras de Deus na terra, inclusive, usando os instrumentos que Ele quiser! Então, o Espírito Santo está, nestes dias, buscando e preparando uma noiva adequadamente escolhida por Ele próprio para apresenta-la, sem mancha ou ruga, ao Noivo, Jesus.

Ele não abrirá exceções, Ele agirá de acordo com a Palavra e a vontade de Deus Pai!

Outro ponto interessante a observar é a vontade de Abraão, neste caso, de que Isaque não volte para o lugar de onde o Senhor havia mandado Abraão sair: uma terra idólatra. Abraão sabia que ele e sua descendência haviam recebido uma ordem de mudar para uma terra nova, aonde serviriam a Deus; e Deus não mudaria de opinião depois da morte de Abraão! Deus nunca agirá contrariando seus próprios princípios!

É importante notar também que mesmo que Eliézer tenha orado pedindo direção ao Senhor sobre a moça que viria a ser a esposa de Isaque, assim que orou, ele agiu: Gn 24.12-21. Agimos erroneamente (principalmente os homens!) quando oramos e não tomamos os passos práticos no sentido da resposta à oração feita!

Rebeca (Igreja)

Gn 24.11: Fora da cidade, fez ajoelhar os camelos junto a um poço de água, à tarde, hora em que as moças saem a tirar água..

A noiva que o Espírito Santo vai levar para o Noivo Jesus é formada por aqueles que estão fazendo aquilo que se espera de cidadãos do reino! Eles não estão distraídos, não estão ociosos; ao contrário, estão andando com diligência e zelo, remindo o tempo porque os dias são maus.

Gn 24.21: O homem a observava, em silêncio, atentamente, para saber se teria o Senhor levado a bom termo a sua jornada ou não..

O Espírito Santo nos assiste e nos observa; tanto está operando em nosso favor, como também está nos avaliando e provando para que estejamos aptos para nos apresentarmos adequadamente ao nosso amado noivo, Jesus. Aliás, Ele é fundamental, segundo a parábola das Dez Virgens, para discernir entre as prudentes e as néscias!

Outra coisa interessante é que Ele levará a noiva ao Noivo, e não trará o Noivo para a noiva! Atualmente a igreja tem agido como se preferisse que o Noivo viesse habitar aqui, já que ela pensa que tem tudo o que precisa aqui mesmo, se agrada do mundo, tenta imitá-lo e torna-lo “gospel”. Na verdade, segundo Ap 3.15-20, a noiva nem se apercebe que já não tem sido mais nem “uma coisa”, nem “outra”, já virou “uma coisa”, e nem sente mais a falta do noivo que está do lado de fora, batendo constantemente à sua porta!

Gn 24.54-58: Depois, comeram, e beberam, ele e os homens que estavam com ele, e passaram a noite. De madrugada, quando se levantaram, disse o servo: permiti que eu volte ao meu senhor. Mas o irmão e a mãe da moça disseram: Fique ela ainda conosco alguns dias, pelo menos dez; e depois irá. Ele, porém, lhes disse: Não me detenhais, pois o Senhor me tem levado a bom termo na jornada; permiti que eu volte ao meu senhor. Disseram: Chamemos a moça e ouçamo-la pessoalmente. Chamaram, pois, a Rebeca e lhe perguntaram: Queres ir com este homem? Ela respondeu: Irei..

Embora, num primeiro momento, haja festa, comida e bebida; de repente, de madrugada, o Espírito Santo pode surpreender a noiva: É agora! Chegou a hora! Tu estás pronta para ir comigo ao encontro do teu noivo? Estás vestida adequadamente e tens o óleo necessário na tua lâmpada? E o mais importante: Tu queres ir comigo?

As vezes estamos pensando que podemos ter uns dez dias a mais para pormos em ordem algumas coisas, para nos arrependermos de outras, etc. Mas a hora é agora: “Queres ir com este homem?”, foi a pergunta que fizeram à Rebeca.

E a atitude dela deve ser a da Igreja também: “Irei”!

Gn 24.64,65: Também Rebeca levantou os olhos, e, vendo a Isaque, apeou do camelo, e perguntou ao servo: Quem é aquele homem que vem pelo campo ao nosso encontro? É o meu senhor, respondeu. Então, tomou ela o véu e se cobriu..

Ao encontrar Isaque, Rebeca tomou uma atitude que a Igreja também deve tomar: cobriu-se com um véu. Isto representa a atitude de quem entende a bênção de submeter-se à autoridade!

E mais, antes mesmo de encontrar Isaque, ela já demonstrava essa atitude de serva, de um espírito humilde e discreto:

“Ela levantou os olhos”: isto nos fala de uma posição de humildade, pois só levanta os olhos quem está numa posição inferior.

“Apeou do camelo”: parece contraditório, estar no alto de um camelo e levantar os olhos para ver alguém! Mas, isto demonstra a atitude esperada por Jesus, o noivo, dos que pretendem ser seus discípulos, dos que querem ser sua noiva: Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.(Lc 14.33).

lsaque (o Filho Jesus)

Gn 24.66,67: 66 O servo contou a Isaque todas as coisas que havia feito. 67 Isaque conduziu-a até à tenda de Sara, mãe dele, e tomou a Rebeca, e esta lhe foi por mulher. Ele a amou….

Isaque, prontamente, submeteu-se à vontade de seu pai! Para Isaque o seu casamento cumpriria um propósito maior, não era meramente para o seu prazer, sua felicidade própria! Mas, submetendo-se à vontade de seu pai, como Jesus submeteu-se à vontade de Deus, Isaque amou aquela que seu pai lhe havia escolhido e amado primeiro!

Isaque também pode ser visto como uma figura de Jesus noutras atitudes dele e de Abraão:

Gn 25.5: Abraão deu tudo o que possuía a Isaque.. Assim como Deus fez com seu Filho, Jesus; Abraão deixou sua herança (espiritual, carnal e material) para Isaque (Fp 2.9-11; Hb 1).

Gn 26.2-6: Assim como Abraão, seu pai, Isaque creu em Deus e isto ficou claro em sua obediência. Mesmo em meio à fome, Ele creu que aquela terra aonde seu pai lhes havia trazido era a terra de Deus para eles, e ali permaneceu. Não desceu ao Egito!

Gn 26.7-11: Como é séria e verdadeira a Palavra do Senhor com relação aos homens, aos maridos quanto a serem cabeças, os responsáveis e os modelos de sua família. Nossos filhos serão o que somos não o que falamos! Transmitimos a eles toda nossa herança, seja boa ou má!

Nossas esposas também são afetadas pela nossa vida, afinal, como disse Jesus: “… já não são mais dois, porém uma só carne” (Mt 19.6)! Como é sério isso.

Gn 25.21-28: Ainda sobre os maridos e suas esposas, vemos aqui que são os maridos os responsáveis pela saúde física, mental e principalmente a saúde espiritual de suas esposas! Se nossas esposas andam estéreis, somos nós que temos que buscar a cura, em Deus, para elas.

Outro aspecto muito interessante é vermos em Esaú e Jacó as figuras de Israel e os gentios! Embora Jacó seja Israel (literalmente), aqui podemos ver a nação de Israel na figura de Esaú, o filho mais velho, amado pelo pai, mas que desprezou sua primogenitura e a seu pai também (Gn 26.34,35).

Por outro lado temos Jacó, o mais novo, que segundo os costumes da época não seria herdeiro como o filho mais velho era, representando os gentios e a Igreja, que acaba tomando o lugar do mais velho: 11 Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. 12 Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; 13 os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. (Jo 1.11-13; Rm 9.6-13).

Deus ama a todos os homens (judeus ou gentios) e os incluiu a todos em seu propósito eterno; e a história de Abraão, Isaque e Rebeca demonstram isso!

Por Aguilar Lopes

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Batalha Espiritual

batalha espiritualNossa luta está travada. É uma batalha espiritual:

10 Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. 11 Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; 12 porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. 13 Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis.
 14 Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. 15 Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; 16 embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. 17 Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; 18 com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos 19 e também por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra, para, com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho, 20 pelo qual sou embaixador em cadeias, para que, em Cristo, eu seja ousado para falar, como me cumpre fazê-lo. (Efésios 6:10-20).

Paulo, falando aos coríntios (1Co 15:46), diz: Mas não é primeiro o espiritual, e sim o natural; depois, o espiritual. Baseados nesta palavra, podemos dizer que o natural pode ser uma amostra do que é o espiritual; ou, dizendo de outra maneira, aquilo que acontece no “natural” pode ser um sinal do que acontece no “espiritual”. Há quem diga que, por isso, podemos e devemos fazer um paralelo entre o que acontece com Israel e a Igreja, pois aquilo que Israel viveu e vive no natural tem acontecido espiritualmente com a Igreja!

Fundamentado nesse pensamento, li esta palavra aos efésios, analisando-a a partir das muitas guerras – passadas e presentes, na história de Israel.

Paulo fala aos efésios e a nós também que há uma luta em curso neste exato momento, nas regiões celestiais, entre forças espirituais do mal e a Igreja do Senhor. E o próprio Maligno (Satanás) se ocupa em comandá-la e, pessoalmente, trata das estratégias de cada batalha! Essa guerra não é de agora – não é um evento atual, nem tampouco começou com a tentação de Jesus no deserto (Lc 4:1-13). Não! Essa batalha é bem mais antiga:

14 Tu eras querubim da guarda ungido, e te estabeleci; permanecias no monte santo de Deus, no brilho das pedras andavas. 15 Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniquidade em ti. 16 Na multiplicação do teu comércio, se encheu o teu interior de violência, e pecaste; pelo que te lançarei, profanado, fora do monte de Deus e te farei perecer, ó querubim da guarda, em meio ao brilho das pedras. 17 Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; lancei-te por terra, diante dos reis te pus, para que te contemplem. (Ez 28:14-17).

12 Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! 13 Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; 14 subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo.  15 Contudo, serás precipitado para o reino dos mortos, no mais profundo do abismo. (Is 14.12-15).

Estes dois textos falam de Lúcifer e sua rebelião contra o governo do Senhor. E revelam que a origem dessa luta é mais antiga que a própria existência humana; ao menos é o que se supõe pelo fato e a Serpente já estar no Éden fomentado a rebelião nos corações de Eva e, posteriormente, de Adão!

Não tem sido uma história de guerras e intermináveis batalhas a história de Israel: desde sua saída do Egito; sua chegada e estadia em Canaã; suas diásporas – em 586 a.C. causada pelos babilônios e, em 70 d.C., pelos romanos; o holocausto durante a Segunda Guerra Mundial; as guerras desde a fundação do Estado judeu em 1948; os atuais conflitos e constantes ataques terroristas sofridos regularmente pelos seus vizinhos árabes?

E não tem sido uma história de perseguição física e guerra espiritual a história da Igreja desde o seu surgimento até os dias atuais? Por isso a exortação a que não baixemos guarda, nos revistamos da armadura de Deus e nos posicionemos para a guerra! Pois a batalha espiritual é real e constante; ou seja, não há trégua nem mesmo após uma vitória: Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis (Ef 6:13). Mesmo tendo vencido tudo, a recomendação é continuar vestidos da armadura para permanecer inabaláveis. A ideia é que se houver a menor distração, pode-se ser atacado novamente, ferindo-se mortalmente! Eis a nossa luta…

Por Aguilar Lopes

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